Custo da cesta básica caiu em 13 capitais no mês de julho, diz Dieese
No mês
de julho, o custo da cesta básica caiu em 13 das 17 capitais analisadas pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Nas outras quatro capitais, o custo subiu.
Entre as
capitais analisadas, a cesta básica mais cara encontrada foi a de Curitiba,
onde o preço médio estava em torno de R$ 526,14; seguida por São Paulo, com
custo médio de R$ 524,74. A cesta mais barata era a de Aracaju, com preço médio
de R$ 392,75.
Por conta da
pandemia do novo coronavírus (covid-19), o Dieese suspendeu a coleta presencial
de preços e começou a coletar os preços por meio de telefone, aplicativos de
entrega, email e consultas na internet. Com a dificuldade para coletar esses
dados, a amostra teve que ser reduzida. Somente na capital paulista a coleta
continua sendo feita de forma presencial.
Com base na
cesta mais cara do país, o valor do salário mínimo em dezembro, necessário para
suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, teria que
ser de R$ 4.420,11, o que corresponde a 4,23 vezes o salário mínimo vigente, de
R$ 1.045.


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