Golpistas presos na Operação "Mirage" usavam falsa plataforma de investimentos para aplicar fraudes milionárias
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) revelou, nesta terça-feira (21), que o grupo criminoso preso na Operação "Mirage" utilizava técnicas sofisticadas para simular operações legítimas no mercado financeiro e enganar investidores.
Durante o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão no Recife e em Olinda, os policiais encontraram os 13 suspeitos em plena atividade criminosa. Todos foram presos em flagrante e tiveram as prisões convertidas em preventivas pela Justiça.
De acordo com a investigação, iniciada em maio de 2024, a organização criou uma estrutura altamente sofisticada que imitava plataformas de investimentos em bolsa de valores e criptomoedas, induzindo as vítimas a acreditar que aplicavam recursos em operações seguras e rentáveis.
Para conquistar a confiança dos investidores, o grupo permitia pequenos saques de supostos lucros, pagos com o dinheiro investido por outras vítimas. A estratégia fazia com que os clientes acreditassem na rentabilidade do negócio e aumentassem progressivamente os aportes financeiros.
Segundo a PCPE, uma única vítima teve prejuízo superior a R$ 1,5 milhão.
Foto: PCPE/Divulgação

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